Festival Sangue Novo encerra 8ª edição com shows de Rachel Reis, Zé Ibarra e Céu no Trapiche Barnabé
Foto: Érico Toscano
O Festival Sangue Novo encerrou neste domingo (18) a sua oitava edição, com dois dias de apresentações no Trapiche Barnabé, no bairro do Comércio, em Salvador. O evento reuniu 13 atrações de diferentes regiões do Brasil, divididas entre os palcos TIM e Maré, em uma celebração da diversidade musical brasileira.
No domingo, a paranaense Bia Soull abriu a noite com o repertório do álbum “Pornografia Auditiva”, mesclando funk, humor e versos provocativos. Em seguida, o piauiense Getúlio Abelha agitou o público com o espetáculo “Autópsia+”, que funde forró, brega, punk e rock. O carioca Zé Ibarra, indicado ao Grammy Latino 2026 pelo álbum “Afim”, apresentou seu repertório entre MPB, jazz e pop.
Quem fechou a noite foi a feirense Rachel Reis, com a “Divina Tour”, baseada no álbum “Divina Casca” (2025), também indicado ao Grammy Latino. A cantora misturou axé, afrobeats, reggae e pop eletrônico, arrastando o público com hits como “Motinha” e “Brasa”.
No sábado (17), o palco principal recebeu Guigga Maraká, Juliana Linhares — igualmente indicada ao Grammy Latino —, a paraense Zaynara e a vencedora de três Grammys Latinos, Céu, que cantou clássicos como “Malemolência”, “Lenda” e “Cangote”.
O Trapiche Barnabé, patrimônio histórico do século XVIII que abriga o Museu du Ritmo, projeto idealizado por Carlinhos Brown, serviu de cenário para o festival. A curadoria, da produtora cultural Fernanda Bezerra, tem como proposta reunir novos nomes da música brasileira, com 80% da programação formada por artistas LGBTQIAPN+, mulheres e pessoas pretas e pardas.
Denise Morais — Redação/Salvador Notícias





