Debate da Globo: Lula e Flávio Bolsonaro se enfrentam nesta sexta, às 21h20
O último debate presidencial antes do segundo turno acontece nesta sexta-feira (23), nos Estúdios Globo, no Rio de Janeiro, com início previsto para as 21h20, logo depois do Jornal Nacional. A mediação é do jornalista César Tralli.
Participam o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), candidato à reeleição, e o senador Flávio Bolsonaro (PL). A transmissão será ao vivo pela TV Globo, com exibição simultânea na GloboNews, no g1 e no Globoplay.
O formato tem quatro blocos, sendo três com temas determinados e um de tema livre, além das considerações finais. A ordem das perguntas será definida por sorteio ao vivo.
No primeiro bloco, são seis rodadas sobre as diferentes regiões do país e um tema prioritário de âmbito nacional. Cada candidato terá três minutos por rodada, divididos entre pergunta, resposta, réplica e tréplica. No segundo e no terceiro blocos, os candidatos escolhem os assuntos das perguntas entre as opções exibidas no telão, mantendo a mesma dinâmica de tempo.
Nesses três primeiros blocos, só quem está com a palavra pode circular pelo cenário — o adversário precisa permanecer no púlpito. A regra foi definida depois que a campanha de Lula reclamou da movimentação do rival no debate da Band, no domingo (18).
O quarto bloco é de tema livre, com oito minutos de fala para cada candidato, sem limite de intervenções, e os dois podem se movimentar, mas cada um restrito ao seu lado do cenário.
Depois do debate, os candidatos concedem entrevistas coletivas de dez minutos cada, na sala de imprensa. A ordem foi sorteada: Lula fala primeiro, Flávio Bolsonaro em seguida.
A checagem das declarações será feita em tempo real pelo g1, na página do Fato ou Fake, com o selo #FATO, #FAKE ou #NÃOÉBEMASSIM, e segue pela madrugada em parceria com O Globo, Valor, Extra e a rádio CBN. Na TV, não haverá checagem ao vivo. O Jornal da Globo, com Renata Lo Prete, traz a análise do desempenho dos candidatos logo após o encontro.
Denise Morais — Salvador Notícias
Crédito: Nelson Almeida/AFP





